A equipe
Francesco Esposito.
Fundador · autor do Método Volcano
Mais de trinta anos de inovação tecnológica entre Itália, Brasil, Suíça e Espanha. Um inovador que parte da folha em branco: imaginação e rigor matemático, com uma formação que cruza computação, lógica, semiótica e economia. Um perfil generalista que, sabendo além disso descer a fundo em quase qualquer tema, é o ideal para criar, desenvolver e manter projetos complexos.
Seu percurso inclui sistemas de imagens territoriais de alta resolução desenvolvidos antes de existirem o Google Maps e o Street View; um rastreador solar IoT para transporte público com o qual venceu o Google em uma competição da JC Decaux, testado por mais de um ano em frota real; projetos para Petrobras, Vale, KPMG, Samag Holding e as tropas especiais da polícia militar brasileira; o primeiro lugar no concurso de inovação do ICEX; e colaborações com o CNR italiano, o instituto Fraunhofer, a Universidade de La Laguna, o Politécnico de Milão e a Universidade de Salerno. Desde 2024 participa de projetos do Fundo Europeu de Defesa.
Os números que a Volcano herda de seu fundador: 100% das patentes solicitadas, concedidas; 100% dos fundos públicos pedidos, obtidos; zero contestações fiscais em P&D em toda a sua carreira. Em 2023 funda a Volcano, onde onze inovações estão hoje em desenvolvimento.
Ele se obceca com o problema até fechá-lo. Não larga um problema enquanto não existir um conceito que o resolva, e isso se mede em coisas terminadas, não começadas: três projetos já percorreram o ciclo completo, do certificado ao parecer fundamentado e ao crédito fiscal aplicado, e em toda a sua carreira não há um único pedido de patente negado nem uma contestação fiscal.
Imagina antes de saber se dá. O sistema de imagens territoriais multirresolução servido pela web é de um ano antes do Google Maps. O rastreador com que ganhou o concurso da JC Decaux venceu o Google porque lhe ocorreu fabricar um dispositivo próprio em vez de ficar no software, e ficou mais de um ano em frota real. Na Itália, quem tem muitas ideias é chamado de um vulcão: a empresa se chama assim porque era assim que o chamavam, e essa história está em o nome.
Aguenta o sacrifício que a inovação custa. Antes da Volcano, os fundadores chegaram a investir até um milhão de euros por ano do próprio bolso em pesquisa, e nos três projetos que já percorreram o ciclo completo 100% do capital foi posto pela Volcano: a aposta se faz com dinheiro próprio antes do de qualquer outro. Em 2017 o grupo construiu um sistema de sanitização rastreada e cobrou pelo trabalho; a empresa que o levou ao mercado declarou 8 milhões de lucro em 2020. A resposta não foi reclamar: foi mudar de lado, e daí sai a Volcano. A conta inteira está em quem somos.
"Everything you can imagine is real." · o lema, de Picasso, que abre sua história.
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John F. Kennedy, 1962