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Os projetos próprios da Volcano, no estado atual: validação, desenvolvimento, busca de capital, em pausa, ou convertidos em startup ativa.
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O que construímos, e para quem trabalhamos.
Os projetos próprios da Volcano, no estado atual: validação, desenvolvimento, busca de capital, em pausa, ou convertidos em startup ativa.
As ventures que a Volcano tem ativas neste momento: setor, fase do modelo e formas de capital envolvidas, ficha por ficha.
Para empresas constituídas com problemas reais que não cabem em uma startup: serviços de P&D diretos, exceção declarada ao modelo da Volcano, com uma calculadora do custo por trecho do caminho.
As empresas já constituídas para as quais a Volcano prestou serviços de P&D diretos, e o que fizemos para cada uma.
Uma sessão com quem concebeu o Método Volcano: quatro formatos, preço linear, e o valor é descontado do seu primeiro contrato.
Encontre sua porta: o que você já tem, e no que isso se transforma.
Três minutos para entender que capital você traz e propor o passo adequado: videochamada gratuita, chamada com taxa reembolsável, ou material para explorar.
Seu capital entra diretamente na startup e vira participação: sem mecanismos fiscais no meio, apenas o projeto e seu risco, já reduzido.
Um retorno fiscal certo, mais uma participação na empresa que leva a tecnologia ao mercado.
Um problema real e validado vira participação ou uma remuneração na startup criada para resolvê-lo.
Uma ideia reconhecida vale de 5 a 10% do projeto que a desenvolve, além de uma licença que mantém a propriedade intelectual nas suas mãos.
Sua tecnologia é avaliada pelo comitê interno da Volcano e seu valor vira participação no projeto. A última palavra é sua.
Viram um papel remunerado e uma participação nas startups para as quais você contribui.
Contatos e apresentações viram uma comissão, participações, ou uma combinação das duas.
Uma atividade estrangeira lucrativa vira uma nova entidade canária a 4% ZEC, administrada pela Volcano.
O método completo, do problema ao lucro, e o lugar onde se aplica.
Um venture builder que aplica o Tax Lease a projetos próprios: o investimento fiscal financia a fase mais arriscada e o capital entra com menos risco.
Um comitê com a lógica dos fundadores fixa cada participação dentro da sua faixa: quem trazer a bordo, com que participação e com que papel.
Do problema ao lucro em treze fases, quatro macrofases e dois marcadores: a pergunta que encerra cada fase, quem a conduz, seu TRL e seu financiamento típico.
O diagrama do percurso de desenvolvimento de um projeto Volcano, explicado: treze fases, quatro macrofases, sete portas de decisão e sete linhas (TRL, CRL, rodadas, custo, valor, múltiplo do valor e financiamento), com os números em uma tabela.
Não há fases sem capital: há, para cada fase, o financiador cujo ofício é aquele risco. Quem entra, com que instrumento e com que ticket típico, de F1 a F13.
O Tax Lease em projetos próprios, não como intermediação: crédito fiscal certo para o investidor e entrada com risco reduzido. O guia do instrumento.
As sete rodadas que seguem a escada CRL: onde se entra, onde se fecha, quanto custa cada uma, quanto multiplica o capital e quando converte a nota do investidor privado: ao completar a rodada em que entrou.
Como o investidor privado entra em uma startup da Volcano: a nota conversível com a participação fixada no primeiro dia, sem desconto nem cap; a fórmula com um exemplo, a janela de recompra, os eventos de conversão e a tributação.
As Canárias oferecem o regime fiscal mais favorável da Europa para inovar: REF com deduções aumentadas em 80%, ZEC a 4%. E uma missão para o território.
Abrimos a sua sociedade nas Canárias, enquadramos o seu projeto de P&D para que seja aprovável e recebemos consigo as deduções mais altas da Europa, todos os anos. Cinco serviços com preço publicado e um simulador que compara com o seu país.
As alavancas que reduzem o risco e os números que o medem.
Oito eixos, e em cada um o problema real de quem quer inovar ao lado da resposta concreta da Volcano, com o link para a página que a demonstra.
O motor da Volcano gera invenções mecatrônicas com um codesenho humano-IA por fases, valida-as com provas independentes e as leva ao mercado.
O investimento fiscal do Tax Lease e os fundos públicos financiam a fase mais arriscada antes do capital privado. As seis alavancas, fase a fase.
A matriz de riscos da estrutura, um a um, com a mitigação que o governa: base de gastos, qualificação, critério do sócio peninsular, capacidade de cota, motivo econômico, responsabilidade dos sócios, conflito do promotor, execução técnica, dissolução, janelas administrativas. Sem indenização: garantem-se as regras.
A pirâmide TRL mede a maturidade técnica; a CRL, a comercial. Dois termômetros paralelos, porque o risco de mercado sobrevive ao risco de laboratório.
Os nove degraus da maturidade comercial, com a evidência que cada um exige; os marcos MVP e MMP e as técnicas para subi-los quase sem gastar TRL.
A tríade que decide o sucesso de uma startup: um mercado em crescimento, uma boa ideia que vence nele e uma equipe à altura. E por que o mercado pesa mais.
Ninguém decide com 100% da informação: ela nunca chega. Por que o ponto ótimo está antes e que parte da incerteza não se compra com mais análise.
O que vamos publicar sobre os resultados das startups da Volcano, como isso se comparará com a média do setor, e por que esta página ainda está vazia.
O Tax Lease como fim: percentual sobre projetos alheios. Como meio: projetos próprios a preço de custo e margem na startup. A comparação honesta.
Por que só dez das quarenta combinações fiscais recuperam mais do que aportam, e a alavanca com que a vantagem chega às demais: o gasto certificado que lhe é atribuído cresce com o capital privado que entra na AIE. Com um controle para ver.
Quatro simulações para fazer os seus números.
Quanto você poderia recuperar aportando capital a um projeto canário de P&D e inovação tecnológica: gasto absorvido, dedução, BIN e benefício fiscal, calculados ao vivo.
Por que a Volcano precisa de investimento privado: o recurso a fundo perdido nem sempre cobre 100% e o capital de giro entra por nota conversível. Simule sua participação.
Escolha em qual fase você entra e em qual sai, o tipo de projeto e o fundo perdido, e leia o custo de P&D do trecho, o que fica por sua conta e os entregáveis. E as duas maneiras de pagar: como serviço ou dentro da Volcano.
Quanto vale uma startup que ainda não vende: o método Berkus, com os máximos por zona de quarenta mercados, cinco frentes de risco e a participação do investidor. Orientativo e não vinculante.
Para formar um juízo próprio: o ensaio, os ensaios breves, os dados e os simuladores.
As crises sistêmicas têm uma raiz: água, comida e energia. A demonstração, com dados e fontes, de por que intervir aí gera o maior impacto e o maior retorno.
Por que inovamos: da biologia do entorno ao modelo que valida, financia e cria startups.
Quanto custa desenvolver cada nível de maturidade e quanto vale a startup em cada fase: as duas curvas, com bandas reguláveis, e a brecha que se captura.
O ensaio em dezessete capítulos: a inovação como processo cognoscível, mensurável e gerível. Tese, destinatários, itinerários de leitura e síntese das cinco partes.
Dez ensaios em três etapas: o problema, o método, e o capital e o risco. A ordem de leitura sugerida e a que cada um responde.
AIE, ZEC, REF, IMV, BIN, Tax Lease, startup: os termos do modelo Volcano e do Tax Lease canário, definidos com clareza.
O que é a Volcano, como funciona o Tax Lease, o que protege a operação e como se começa: as respostas curtas.
Antes das startups, do capital e do risco: por que um sistema vivo fabrica ferramentas. Da matéria ao vivo, do vivo à cognição, e por que conhecer é sempre o sinal de um limite.
Quatro vezes enxerguei com anos de antecedência o que outros construíram depois. Por que ter razão cedo não serve de nada, e como a Volcano elimina a necessidade de convencer.
Perguntavam por que tanta pressa, confundindo a janela com o desespero. O timing decide mais que a ideia, a equipe ou o capital: os dados, e como se administra.
O que é um venture builder: a organização que tem todos os componentes para construir uma empresa e os reutiliza; cada empresa custa e falha menos.
Quanto a inovação rendeu historicamente frente a títulos, imóveis e bolsa, com fontes e gráficos; e as cláusulas em letra grande: apenas uma parte do seu capital.
Mais capital, mais projetos de P&D em paralelo: a conta do projeto médio e a recuperação do erário e do capital privado em um só gráfico; orientativo.
O risco e o prêmio do venture, em um mapa interativo: oito controles, dados reais e nenhuma promessa.
Por que assumir risco, o melhor, o mais provável e o pior: um protocolo quase matemático para decidir sobre a distribuição completa, não sobre a esperança.
Por que a Volcano trata como capital tudo o que reduz o risco ou acrescenta valor a uma venture, tenha ou não forma de dinheiro, e as oito portas de entrada.
A Volcano mapeia a borda do saber para que cada invenção comece no ponto certo, sem redescobrir o que existe, e transforma os desvios em valor.
A rede, as pessoas e as razões.
A Volcano é uma rede de empresas independentes coordenada a partir das Canárias; seus fundadores somam trinta anos de inovação. O nome e a trajetória.
As pessoas por trás da Volcano: trinta anos de trajetória construindo inovação sob medida. Perfis completos em breve.
Quem forma o comitê que fixa as participações, quem os nomeia e como se retribui este trabalho: com participação, não com honorários.
Empowering Innovation no seu duplo sentido, os quatro compromissos, a prioridade à segurança hídrica, alimentar e energética, e porque a Volcano é uma rede.
Por que esta empresa se chama Volcano: uma expressão italiana, um sobrenome que outros lhe deram, uma ária de Rossini e um vulcão que concentra para poder repartir.
Governos, instituições financeiras e outros parceiros institucionais da Volcano. Página em construção.
As vagas abrem por projeto, quando uma startup da rede precisa delas. Envie-nos seu perfil.
Tese, destinatários, itinerários de leitura e síntese das cinco partes.
Parte I, Os fundamentos. 01 Porque existe a inovação · 02 O problema antes da ideia · 03 Gerar ideias · 04 As formas da inovação
Parte II, Do laboratório ao mercado. 05 Como se difunde uma inovação · 06 Medir a maturidade · 07 O risco e a sua gestão · 08 Estratégia e carteira
Parte III, Capital e valor. 09 O capital da inovação · 10 Investir em inovação: a estatística dos retornos · 11 Quem captura o valor · 12 A propriedade intelectual na prática
Parte IV, Organização, impacto e medida. 13 Organizar as pessoas · 14 Inovação e impacto · 15 Medir a inovação
Parte V, A síntese. 16 Porque existe o venture builder · 17 O método, do problema ao benefício