O diagrama do percurso de desenvolvimento de um projeto Volcano: treze fases, da captura do problema à liquidez, com as sete linhas que correm sobre elas. Aqui vive com a sua versão em palavras, fase a fase e número a número, para quem lê sem ecrã e para quem quer os números numa tabela. Os tempos são orientativos e variam conforme o projeto.
Diagrama do percurso de desenvolvimento de um projeto Volcano
Este diagrama representa o percurso típico de desenvolvimento de um projeto, e de uma startup, na Volcano: treze fases, da captura do problema à liquidez. Os tempos são orientativos e variam conforme o projeto. Clique no diagrama para ampliá-lo e ver as sete linhas que correm sobre as fases, trecho a trecho: a maturidade técnica (TRL), a comercial (CRL) com os marcos do produto, as sete rodadas de financiamento, o custo, o valor, o múltiplo do valor e o financiamento típico. Cada trecho leva à página que o explica.
Clique no diagrama para ampliá-lo ⤢ · O ponto que percorre as fases segue a cronologia orientativa; as marcas tracejadas são as sete portas de decisão (D1–D7), que fecham as fases F1 a F7; o diagrama representa um projeto, e se a startup é nova e tem um único projeto, o projeto é a startup. Números orientativos: medianas europeias e proxies públicos, com as âncoras e suas fontes nas páginas ligadas; os múltiplos são quocientes dessas medianas, não uma promessa; as faixas de financiamento são típicas, não exclusivas.
Em palavras
As treze fases, uma a uma.
Cada fase fecha uma pergunta; com o sim atravessa-se a porta e a fase seguinte chega com o risco anterior já pago. Para cada uma: a pergunta que a fecha, o que a demonstra e a nota sobre quem a guia, sua TRL e seu financiamento típico. O desenvolvimento completo, com o que se faz, se entrega e se sai, está no caminho.
F1 · Captura do problema
Um problema entrou na rede, trazido por quem o sofre?
Problema formulado por seu portador, e canal de entrada identificado: quem o sofre o conta à rede, através de um cliente, da consultoria ou de um aliado.
Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.
F2 · Análise do problema
Como é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo?
O processo atual, decomposto nos seus passos. Se já existe uma solução, comprova-se peça por peça que é ineficaz ou ineficiente. O ponto exato da dor. Frequência, custo e disposição a pagar. Confiabilidade da fonte.
Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.
F3 · Ideação
Existem vias plausíveis, e qual merece o conceito?
Alternativas comparadas; escolha motivada.
Guia: Volcano com a startup nascente · TRL 1–2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; FFF; anjos.
F4 · Conceito
A ideia deixou de ser uma hipótese?
Uma ideia é uma hipótese; o conceito é a ideia convertida em um mecanismo verificado, ainda que só teoricamente. A verificação teórica é ciência plena: a física tem os experimentos conceituais, e com eles Einstein mudou nossa visão do mundo. Evidência: o mecanismo descrito, os limites físicos e econômicos comprovados no papel, os riscos nomeados. Com o conceito formulado (TRL 2) se redige a memória técnica, e com ela o plano de negócios: o dossiê com o qual o projeto se apresenta ao financiamento.
Guia: a startup com a Volcano · TRL 2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; anjos.
F5 · Prova de conceito
O mecanismo central funciona?
A factibilidade tecnológica do conceito demonstrada com instrumentos reais, mecânicos, hardware e software, em condições controladas e de forma reprodutível.
O sistema integrado funciona em um ambiente relevante?
Protótipo operando fora do laboratório.
Guia: a startup · TRL 5–6 · Financiamento típico: Tax Lease; anjos; nota conversível; pre-seed.
F7 · MVP
O produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais?
Uso real, retorno estruturado, abandono observado.
Guia: a startup · TRL 7–8 · Financiamento típico: Tax Lease; nota conversível; seed.
F8 · Tração
Alguém paga, repete, e em vários clientes com um canal reconhecível?
Receitas recorrentes iniciais sobre a versão mínima vendável; canal identificado; custo de aquisição medido.
Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Seed / Série A; revenue-based.
F9 · Product-market fit
Retenção e economia unitária funcionam em pequena escala?
Coortes que permanecem; margem unitária positiva; crescimento orgânico observável.
Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A.
F10 · Crescimento rentável
Ao crescer, a margem unitária aguenta?
O crescimento não compra receitas com prejuízo: as métricas unitárias resistem ao multiplicarem-se os clientes, e o produto é já o mínimo comercializável (MMP), pronto para o mercado amplo.
Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A/B; venture debt.
F11 · Rentabilidade
Os fluxos da solução cobrem a estrutura?
Equilíbrio operacional alcançado: o lucro sobre a solução.
Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Dívida bancária; growth.
F12 · Escala
O modelo aguenta a multiplicação: operações, canais, geografias?
Expansão sem ruptura de margens nem de organização. A internacionalização é um caso desta fase, não uma fase à parte.
Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Growth equity; project finance.
F13 · Liquidez
Quem investiu pode sair?
Venda, secundário ou abertura de capital, que é apenas o caso mais raro. O lucro é da empresa; a liquidez, do investidor: podem distar anos.
Guia: a startup e seus sócios · TRL: concluída · Financiamento típico: M&A; secundário; mercados.
Em números
As sete linhas, fase a fase.
A tabela é gerada com os mesmos dados com que se desenha o diagrama. Para cada fase: a TRL e a CRL alcançadas ao fechá-la; o custo acumulado do projeto (P&D até F8, mercado depois); o valor mediano da startup ao fechá-la, com medianas europeias e proxies públicos, cujas âncoras estão em valor e custo; o risco que resta, numa escala orientativa; e o financiamento típico, em bandas típicas e não exclusivas, cujo quadro completo está em o financiamento por fases. O múltiplo do valor entre duas fases é o quociente dos seus valores medianos, entre sobreviventes e sem diluição: não é o rendimento por euro investido, que é dado pela distribuição do venture no mapa do risco; como lê-lo, na ficha do diagrama.
Fase
Macrofase
TRL ao fechar
CRL ao fechar
Custo acumulado do projeto
Valor mediano ao fechar
Risco que resta
Financiamento típico
F1 · Captura
Descoberta
ainda nenhuma
1 · hipótese
≈ 0,12 M€
≈ 0,1 M€
≈ 95%
Volcano e sócios; anjos visionários
F2 · Análise
Descoberta
ainda nenhuma
1 · hipótese
≈ 0,22 M€
≈ 0,2 M€
≈ 95%
Volcano e sócios; anjos visionários
F3 · Ideação
P&D
1
2 · mercado identificado
≈ 0,35 M€
≈ 1,5 M€
≈ 85%
Tax Lease; subvenções; FFF; anjos
F4 · Conceito
P&D
2
2 · mercado identificado
≈ 0,55 M€
≈ 2,6 M€
≈ 72%
Tax Lease; subvenções; anjos
F5 · Prova
P&D
4
3 · proposta de valor
≈ 0,75 M€
≈ 4 M€
≈ 60%
Tax Lease; subvenções; anjos
F6 · Protótipo
P&D
6
3 · proposta de valor
≈ 1,05 M€
≈ 5,6 M€
≈ 45%
Tax Lease; anjos; conversível; pre-seed
F7 · MVP
P&D
8
4 · modelo testado
≈ 1,45 M€
≈ 12 M€
≈ 30%
Tax Lease; conversível; seed
F8 · Tração
Mercado
9
5 · vendas piloto
≈ 1,85 M€
≈ 22 M€
≈ 20%
Seed / Série A; revenue-based
F9 · Encaixe
Mercado
9
7 · economia unitária
≈ 2,2 M€
≈ 27 M€
≈ 14%
Série A
F10 · Crescimento
Mercado
9
7 · economia unitária
≈ 2,6 M€
≈ 33 M€
≈ 8%
Série A/B; venture debt
F11 · Rentabilidade
Mercado
9
8 · replicado
≈ 2,9 M€
≈ 38 M€
≈ 8%
Dívida bancária; growth
F12 · Escala
Escala
9
8 · replicado
≈ 3,1 M€
≈ 42 M€
≈ 5%
Growth equity; project finance
F13 · Liquidez
Escala
9
9 · bancável
≈ 3,2 M€
≈ 45 M€
≈ 5%
M&A; secundário; mercados
Clique no diagrama para ampliá-lo ⤢ · O ponto que percorre as fases segue a cronologia orientativa; as marcas tracejadas são as sete portas de decisão (D1–D7), que fecham as fases F1 a F7; o diagrama representa um projeto, e se a startup é nova e tem um único projeto, o projeto é a startup. Números orientativos: medianas europeias e proxies públicos, com as âncoras e suas fontes nas páginas ligadas; os múltiplos são quocientes dessas medianas, não uma promessa; as faixas de financiamento são típicas, não exclusivas.
As portas
As sete portas de decisão.
As sete primeiras fases terminam em uma porta: a pergunta cuja resposta decide seguir, repetir a fase ou parar. Sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. As sete decisões, desenvolvidas, no caminho.
D1 fecha F1: Um problema entrou na rede, trazido por quem o sofre?
D2 fecha F2: Como é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo?
D3 fecha F3: Existem vias plausíveis, e qual merece o conceito?
D4 fecha F4: A ideia deixou de ser uma hipótese?
D5 fecha F5: O mecanismo central funciona?
D6 fecha F6: O sistema integrado funciona em um ambiente relevante?
D7 fecha F7: O produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais?
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
O que representa o diagrama do percurso de desenvolvimento de um projeto Volcano?
O percurso típico de um projeto, e da startup que o leva ao mercado, em treze fases e quatro macrofases: descoberta (F1 e F2), P&D (F3 a F7), mercado (F8 a F11) e escala (F12 e F13). Sobre as fases correm sete linhas: a maturidade técnica (TRL), a comercial (CRL), as sete rodadas de financiamento, o custo acumulado, o valor mediano, o múltiplo do valor e o financiamento típico. É um modelo de referência, não um calendário: os tempos variam conforme o projeto.
De onde saem os números da tabela?
Das mesmas fontes das páginas ligadas: medianas europeias e proxies públicos para o valor e o custo (valor e custo), a escala TRL da NASA (a pirâmide TRL), os níveis CRL (a escada CRL) e as faixas de financiamento (o financiamento por fases). Os números são orientativos; os múltiplos são quocientes de medianas, não uma promessa; e o risco que resta é uma escala orientativa que baixa trecho a trecho.
Por que a tabela e o diagrama dizem a mesma coisa?
Porque nascem do mesmo arquivo: a tabela é gerada a partir dos dados com os quais o diagrama é desenhado, então não podem divergir. Se o diagrama muda, a tabela muda com ele.
Pressione Esc ou "Fechar" para sair. Em tela sensível ao toque: toque em um trecho para ler sua ficha, e toque de novo para ir à sua página.
F1 · Captura do problemaUm problema entrou na rede, trazido por quem o sofre?Problema formulado por seu portador, e canal de entrada identificado: quem o sofre o conta à rede, através de um cliente, da consultoria ou de um aliado.Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.F2 · Análise do problemaComo é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo?O processo atual, decomposto nos seus passos. Se já existe uma solução, comprova-se peça por peça que é ineficaz ou ineficiente. O ponto exato da dor. Frequência, custo e disposição a pagar. Confiabilidade da fonte.Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.F3 · IdeaçãoExistem vias plausíveis, e qual merece o conceito?Alternativas comparadas; escolha motivada.Guia: Volcano com a startup nascente · TRL 1–2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; FFF; anjos.F4 · ConceitoA ideia deixou de ser uma hipótese?Uma ideia é uma hipótese; o conceito é a ideia convertida em um mecanismo verificado, ainda que só teoricamente. A verificação teórica é ciência plena: a física tem os experimentos conceituais, e com eles Einstein mudou nossa visão do mundo. Evidência: o mecanismo descrito, os limites físicos e econômicos comprovados no papel, os riscos nomeados. Com o conceito formulado (TRL 2) se redige a memória técnica, e com ela o plano de negócios: o dossiê com o qual o projeto se apresenta ao financiamento.Guia: a startup com a Volcano · TRL 2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; anjos.F5 · Prova de conceitoO mecanismo central funciona?A factibilidade tecnológica do conceito demonstrada com instrumentos reais, mecânicos, hardware e software, em condições controladas e de forma reprodutível.Guia: a startup · TRL 3–4 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; anjos.F6 · ProtótipoO sistema integrado funciona em um ambiente relevante?Protótipo operando fora do laboratório.Guia: a startup · TRL 5–6 · Financiamento típico: Tax Lease; anjos; nota conversível; pre-seed.F7 · MVPO produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais?Uso real, retorno estruturado, abandono observado.Guia: a startup · TRL 7–8 · Financiamento típico: Tax Lease; nota conversível; seed.F8 · TraçãoAlguém paga, repete, e em vários clientes com um canal reconhecível?Receitas recorrentes iniciais sobre a versão mínima vendável; canal identificado; custo de aquisição medido.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Seed / Série A; revenue-based.F9 · Product-market fitRetenção e economia unitária funcionam em pequena escala?Coortes que permanecem; margem unitária positiva; crescimento orgânico observável.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A.F10 · Crescimento rentávelAo crescer, a margem unitária aguenta?O crescimento não compra receitas com prejuízo: as métricas unitárias resistem ao multiplicarem-se os clientes, e o produto é já o mínimo comercializável (MMP), pronto para o mercado amplo.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A/B; venture debt.F11 · RentabilidadeOs fluxos da solução cobrem a estrutura?Equilíbrio operacional alcançado: o lucro sobre a solução.Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Dívida bancária; growth.F12 · EscalaO modelo aguenta a multiplicação: operações, canais, geografias?Expansão sem ruptura de margens nem de organização. A internacionalização é um caso desta fase, não uma fase à parte.Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Growth equity; project finance.F13 · LiquidezQuem investiu pode sair?Venda, secundário ou abertura de capital, que é apenas o caso mais raro. O lucro é da empresa; a liquidez, do investidor: podem distar anos.Guia: a startup e seus sócios · TRL: concluída · Financiamento típico: M&A; secundário; mercados.Descoberta (F1–F2)O front end da inovação (Koen): capturar e analisar o problema antes do P&D formal. O Manual de Frascati o deixa fora do P&D, e os projetos que triunfam investem aqui cerca do dobro.P&D (F3–F7)O P&D formal no sentido de Frascati: da ideação ao MVP, com a TRL no comando.Mercado (F8–F11)A CRL assume o comando: tração, ajuste, crescimento rentável, rentabilidade.Escala (F12–F13)A multiplicação do modelo, até a liquidez.D1 · a porta que fecha F1Um problema entrou na rede, trazido por quem o sofre? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D2 · a porta que fecha F2Como é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D3 · a porta que fecha F3Existem vias plausíveis, e qual merece o conceito? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D4 · a porta que fecha F4A ideia deixou de ser uma hipótese? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D5 · a porta que fecha F5O mecanismo central funciona? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.D6 · a porta que fecha F6O sistema integrado funciona em um ambiente relevante? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.D7 · a porta que fecha F7O produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.TRL 1Princípios básicos observados. A ciência de base existe e está publicada; ninguém construiu nada ainda.TRL 2Conceito tecnológico formulado. Descreve-se a aplicação prática possível; tudo segue no papel.TRL 3Prova experimental de conceito. Um experimento de laboratório demonstra que a função crítica é possível.TRL 4Validação em laboratório. Os componentes integrados funcionam juntos em condições controladas.TRL 5Validação em ambiente relevante. O conjunto funciona em condições que se parecem com as reais.TRL 6Demonstração em ambiente relevante. Um protótipo completo demonstra o desempenho perto do real.TRL 7Demonstração em ambiente operacional. O protótipo funciona onde o produto vai viver, com usuários e condições reais.TRL 8Sistema completo e qualificado. O produto está terminado, testado e certificado: pronto para ser produzido.TRL 9Sistema provado no ambiente real. Operação real e continuada: a tecnologia já não é o risco.CRL 1 · hipóteseHá um problema verificado e uma hipótese de quem pagaria para resolvê-lo. A captura o demonstra: o portador existe e a dor se paga todos os dias.CRL 2 · mercado identificadoA análise nomeia o mercado e a aplicação concretos. O processo decomposto e a triagem de conveniência o demonstram.CRL 3 · proposta de valorHá uma proposta de valor articulada frente às alternativas. As primeiras conversas com interlocutores reais a demonstram.CRL 4 · modelo testadoO modelo de negócio está esboçado e testado com clientes potenciais. As entrevistas e as cartas de interesse o demonstram; fumaça e concierge trazem evidência barata.CRL 5 · vendas pilotoAlguém paga pela primeira vez. As vendas piloto ou as cartas de intenção assinadas o demonstram.CRL 6 · receitasAs receitas se repetem em condições de mercado. O faturamento recorrente fora do piloto o demonstra.CRL 7 · economia unitáriaCada unidade vendida deixa margem. A economia unitária positiva em pequena escala o demonstra.CRL 8 · replicadoO modelo funciona fora do primeiro segmento. A réplica em novos segmentos ou territórios o demonstra.CRL 9 · bancávelO risco comercial é ordinário. As receitas estáveis que o banco aceita financiar o demonstram.As técnicasProva de fumaça e Concierge: evidência comercial quase sem gastar TRL.MVPO menor produto que um usuário real pode experimentar.EVP / MLPAs evoluções do MVP: encantar e fidelizar os primeiros usuários.MMPO menor produto que um cliente pode comprar; mercado aberto.Ajuste produto-mercadoRetenção e economia unitária que se sustentam: a demanda puxa sozinha.Rodada 0 · Descoberta · F1–F2Entra ao começar F1; completa-se ao completar F2, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 1 a 2 · sem TRL. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,22 M€; múltiplo entre medianas ×2 ao fechar · ×450 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Volcano e sócios; anjos visionários. As sete rodadas, na sua página.Rodada 1 · Conceito e prova · F3–F5Entra ao começar F3; completa-se ao completar F5, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 2 a 3 · TRL 1 a 4. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,53 M€; múltiplo entre medianas ×20 ao fechar · ×225 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Tax Lease; subvenções; FFF; anjos; nota conversível. As sete rodadas, na sua página.Rodada 2 · Protótipo e MVP · F6–F7Entra ao começar F6; completa-se ao completar F7, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 4 · TRL 5 a 8 · chega a PI. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,70 M€; múltiplo entre medianas ×3 ao fechar · ×11 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Tax Lease; anjos; nota conversível; pre-seed e seed. As sete rodadas, na sua página.Rodada 3 · Tração · F8Entra ao começar F8; completa-se ao completar F8, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 5 · TRL 9. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,40 M€; múltiplo entre medianas ×1,8 ao fechar · ×3,8 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Seed / Série A; revenue-based. As sete rodadas, na sua página.Rodada 4 · Encaixe e receitas · F9Entra ao começar F9; completa-se ao completar F9, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 6 a 7. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,35 M€; múltiplo entre medianas ×1,2 ao fechar · ×2 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Série A. As sete rodadas, na sua página.Rodada 5 · Réplica e rentabilidade · F10–F11Entra ao começar F10; completa-se ao completar F11, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 8. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,70 M€; múltiplo entre medianas ×1,4 ao fechar · ×1,7 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Série A/B; venture debt; dívida bancária; growth. As sete rodadas, na sua página.Rodada 6 · Escala · F12–F13Entra ao começar F12; completa-se ao completar F13, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 9. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,30 M€; múltiplo entre medianas ×1,2 ao fechar · ×1,2 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Growth equity; project finance; M&A; secundário. As sete rodadas, na sua página.F1 · custo acumulado≈ 0,12 M€ ao fechar a captura, segundo a curva publicada. É descoberta, não P&D: o front end da inovação (Koen), que Frascati deixa fora do P&D formal.F2 · custo acumulado≈ 0,22 M€ ao fechar a análise: a descoberta completa custa pelo menos 0,2 M€ antes do P&D, e os projetos que triunfam investem aqui cerca do dobro.Custo acumulado ao fechar a TRL 1≈ 0,35 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 2≈ 0,55 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 3≈ 0,65 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 4≈ 0,75 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 5≈ 0,9 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 6≈ 1,05 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 7≈ 1,25 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 8≈ 1,45 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 9≈ 1,85 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.F9 · custo acumulado do projeto≈ 2,2 M€ ao fechar F9, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F10 · custo acumulado do projeto≈ 2,6 M€ ao fechar F10, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F11 · custo acumulado do projeto≈ 2,9 M€ ao fechar F11, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F12 · custo acumulado do projeto≈ 3,1 M€ ao fechar F12, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F13 · custo acumulado do projeto≈ 3,2 M€ ao fechar F13, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.Valor ao fechar F1≈ 0,1 M€ de mediana. Valor inicial com o método Berkus: a ideia, a equipe, as relações e o problema verificado valem antes das receitas; cifra provisória dentro da faixa 0,2–1 M€.Valor ao fechar F2≈ 0,2 M€ de mediana. Valor inicial com o método Berkus: a ideia, a equipe, as relações e o problema verificado valem antes das receitas; cifra provisória dentro da faixa 0,2–1 M€.Valor ao fechar F3≈ 1,5 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F4≈ 2,6 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F5≈ 4 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F6≈ 5,6 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F7≈ 12 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F8≈ 22 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F9≈ 27 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F10≈ 33 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F11≈ 38 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F12≈ 42 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F13≈ 45 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Risco restante · trecho F1–F2≈ 95% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F3–F3≈ 85% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F4–F4≈ 72% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F5–F5≈ 60% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F6–F6≈ 45% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F7–F7≈ 30% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F8–F8≈ 20% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F9–F9≈ 14% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F10–F11≈ 8% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F12–F13≈ 5% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.O cruzamento · a janela natural do fundraisingRumo a F8, com a tração demonstrada, o valor da startup supera o risco restante: o capital institucional entra no seu terreno. As duas curvas de verdade vivem nas suas páginas: o valor em valor e custo, o risco no mapa do risco.O múltiplo do valor · como lê-loOs dois controles na linha das fases, acima, escolhem o trecho: esta linha mostra o seu múltiplo e, sob o mapa, a leitura do trecho em todas as linhas. Quocientes de medianas por fase e da sua banda (×0,45 a ×1,45), entre sobreviventes: as medianas são das startups que chegam a cada fase, e o quociente não desconta nem a diluição nem o tempo. É quanto cresce o valor de uma startup que avança, não o rendimento por euro investido, que é dado pela distribuição do venture no mapa do risco; os preços reais de entrada e saída são negociações, não medianas. O piso ×0,45 é o fundo da banda, não o pior desfecho: a perda total existe e vive na linha do risco e no mapa do risco; a cauda alta (~4% supera ×10) reserva-se à saída em F13. Faltam por construção a diluição, as preferências de liquidação e o tempo. A lição da linha: o múltiplo constrói-se atravessando fases, comprando ao preço do risco de ontem e saindo com as portas já atravessadas; permanecer dentro de uma fase é exposição pura à variância.F1–F2 · Financiamento típicoVolcano e sócios; anjos visionários. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F3 · Financiamento típicoTax Lease; subvenções; FFF; anjos. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F4–F5 · Financiamento típicoTax Lease; subvenções; anjos. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F6 · Financiamento típicoTax Lease; anjos; conversível; pre-seed. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F7 · Financiamento típicoTax Lease; conversível; seed. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F8 · Financiamento típicoSeed / Série A; revenue-based. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F9 · Financiamento típicoSérie A. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F10 · Financiamento típicoSérie A/B; venture debt. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F11 · Financiamento típicoDívida bancária; growth. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F12 · Financiamento típicoGrowth equity; project finance. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F13 · Financiamento típicoM&A; secundário; mercados. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.Fluxo de caixa · F1–F3O botão leva você à qualificação com este projeto já anotado: você não precisa explicar de onde vem.Fluxo de caixa · F4–F5Constrói-se sem receitas: a parte funda do vale da morte. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.Fluxo de caixa · F6–F7O MVP aproxima os primeiros pagamentos; a inclinação muda de sinal. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.Fluxo de caixa · F8–F13Com a tração, as receitas cobrem e superam o gasto. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.O fundo do vale · rumo a F6O ponto de máxima caixa comprometida: construiu-se quase tudo e ainda ninguém paga. Cruzá-lo barato é o ofício: as técnicas da escada CRL.O ponto de equilíbrio · início de F8Com a tração (alguém paga, repete) o fluxo cruza o zero: o vale fica para trás. A cronologia e as curvas de verdade, em valor e custo.A memória técnica · com a TRL 2 demonstradaDescreve o problema, a solução e as hipóteses de desenvolvimento que serão percorridas: por isso exige o conceito tecnológico formulado (TRL 2). É o que examina a certificadora acreditada pela ENAC e o que o relatório motivado vinculante qualifica para o Tax Lease.A certificação ex ante (ENAC) · após a memóriaAntes de começar o gasto certificável, uma certificadora acreditada pela ENAC examina o projeto sobre a memória técnica: é a peça ex ante, a primeira das duas certificações independentes do modelo. As peças ex post, a cada doze meses, mais adiante nesta mesma linha.O modelo de negócio · ao completar o CRL 2, antes de construirEsboça-se ao completar o CRL 2 e entrar no CRL 3 (a proposta de valor), antes do conceito: é o que impede construir um produto que depois busca mercado. Os manuais coincidem: o KTH Innovation Readiness Level situa o primeiro rascunho do modelo (canvas) no nível 3 da sua escala de negócio (BRL 3), que caminha junto aos níveis 2–3 de cliente. A primeira versão alimenta o plano de negócio e se testa com clientes até o CRL 4.O plano de negócio · após a memória, ou com elaIntegra o plano de desenvolvimento, o modelo de negócio e a parte comercial: por isso chega depois da memória técnica, ou no mínimo junto com ela, em todo caso depois da TRL 2. Pedem-no os financiadores além do Tax Lease: editais (CDTI, EIC) e investidores.O pedido de patente · desde a prova de conceitoA propriedade intelectual se protege quando há um mecanismo a reivindicar: por norma desde a prova de conceito, antes das divulgações que as fases seguintes acarretam.Peças ex post · primeiro exercício (mês 12)O primeiro exercício certificado, sempre depois da ex ante (que chega por volta do mês 5): a certificação ex post do gasto executado e o relatório motivado vinculante do Ministério, que blinda a qualificação diante da Agência Tributária.Peças ex post · segundo exercício (mês 24)A certificação ex post e o relatório motivado do segundo exercício. O gasto do trecho final da janela, até a TRL 8, certifica-se no fechamento do seu próprio exercício; o P&D cabe dentro dos vinte e quatro meses.Peças ex post · terceiro exercício (mês 36) · já iT, não P&DPode existir um terceiro exercício, com o gasto do trecho final e as melhorias posteriores; mas com a TRL 8 superada a atividade já não qualifica como P&D e sim como inovação tecnológica (iT), com a sua dedução própria.A marca mínima · com as provas baratasAs provas de fumaça e concierge exigem um nome, uma landing e uma promessa legível: a marca mínima nasce com as técnicas baratas da CRL, muito antes do logo definitivo.A identidade visual completa · rumo ao lançamentoCom o MVP à vista, a identidade se completa: sistema visual, web, tom. Chega antes do mercado (F8), porque a tração se mede sobre uma promessa apresentável.Os materiais de venda · com o go-to-marketPitch comercial, casos, preços: os materiais que o canal repete. Nascem com a tração e se afinam com o ajuste produto-mercado.O caderno de venda · preparar a liquidezO dossiê do desfecho: para M&A ou mercados, recompõe a história técnica, comercial e societária da startup.
Leitura do trechoMeses orientativosMaturidade técnica (TRL)Maturidade comercial (CRL)Custo do projeto no trechoValor mediano da startupRisco que restaDocumentos do trechoRodadas do trechoFinanciamento típicode {a} a {b}de {a} a {b}≈ {a} M€ · acumulado ao sair ≈ {b} M€de {a} a {b} M€nenhumanenhumCom o tipo de projeto e o fundo perdido: a simulação do custo dos serviços →F1 · Captura do problema1 · hipótese95%Volcano e sócios; anjos visionáriosF2 · Análise do problema1 · hipótese95%Volcano e sócios; anjos visionáriosF3 · Ideação2 · mercado identificado85%Tax Lease; subvenções; FFF; anjosF4 · Conceito2 · mercado identificado72%Tax Lease; subvenções; anjosF5 · Prova de conceito3 · proposta de valor60%Tax Lease; subvenções; anjosF6 · Protótipo3 · proposta de valor45%Tax Lease; anjos; conversível; pre-seedF7 · MVP4 · modelo testado30%Tax Lease; conversível; seedF8 · Tração5 · vendas piloto20%Seed / Série A; revenue-basedF9 · Product-market fit7 · economia unitária14%Série AF10 · Crescimento rentável7 · economia unitária8%Série A/B; venture debtF11 · Rentabilidade8 · replicado8%Dívida bancária; growthF12 · Escala8 · replicado5%Growth equity; project financeF13 · Liquidez9 · bancável5%M&A; secundário; mercadosmemória técnicaex ante (ENAC)modelo de negócioplano de negóciospedido de patenteex post · mês 12ex post · mês 24ex post · mês 36 (iT)marca mínimaidentidade visual · webmateriais de vendacaderno de venda0 · Descoberta0 · Descoberta1 · Conceito e prova1 · Conceito e prova1 · Conceito e prova2 · Protótipo e MVP2 · Protótipo e MVP3 · Tração4 · Encaixe e receitas5 · Réplica e rentabilidade5 · Réplica e rentabilidade6 · Escala6 · Escala
você entra em F{e} · sai em F{s} →valor mediano entre sobreviventesvalor mediano entre sobreviventes · esperado por euro investido ≈ {x}; o esperado = múltiplo × probabilidade de chegar {p}% × diluição ×0,8 por rodada ({n}); sem tempo → o mapa do risco,