De um problema sem solução a uma empresa no mercado
A Volcano produz soluções e startups em série para criar recursos novos e torná-los acessíveis a todos. Reúne competências, rede e capital; reduz os custos, os tempos e o risco da inovação; e investe em primeira pessoa nos projetos que gera.
As crises sistêmicas em curso têm duas causas principais: a escassez dos recursos materiais e energéticos, que a mudança climática agrava ano após ano, e sua distribuição desigual pelo planeta. Disso se segue que qualquer solução capaz de criar novos recursos e de torná-los acessíveis a todos responde a ambas, e tem portanto o potencial de desarmar as crises.
Criar soluções novas significa inovar, e inovar exige fatores heterogêneos, como ideias, competências e capital, que raramente se encontram todos na mesma organização. O resultado é que a inovação nem sempre alcança o seu objetivo; e quando o alcança, muitas vezes o faz com tempos longos e com um uso ineficiente das competências e do capital.
A Volcano nasce para resolver esse problema. E o faz como venture builder: uma organização que já dispõe das competências e dos recursos necessários, no seu núcleo interno e na sua rede de empreendedores, pesquisadores, gestores e financiadores. Recebido um problema, constrói tudo o que é preciso para resolvê-lo, até a empresa no mercado, gerando impacto social positivo e, com ele, lucro: assim reduz custos, tempos e risco, e desenvolve soluções e startups em série.
A Volcano está aberta a qualquer pessoa que tenha um problema, competências, relações, tecnologia ou capital e queira colocá-los à disposição da inovação, em troca de uma participação no negócio que daí resulta, atribuída com um método justo e transparente.
Resolver problemas reais e difundidos, nos campos da sustentabilidade ambiental, social e econômica e em particular da segurança hídrica, alimentar e energética, tem duas consequências. A primeira: o acesso frequente a contribuições a fundo perdido, em média 70% dos custos de P&D e até 50% dos de industrialização, mais uma alavanca contra o risco financeiro. A segunda: o lucro, porque um problema real cria demanda e um problema difundido cria escala. A rentabilidade não é o objetivo da Volcano: é a consequência, e a prova, de uma solução que funciona.
Em síntese: a Volcano desenvolve inovação de alta sustentabilidade, com custos menores, em menos tempo, com mais probabilidade de sucesso e, em consequência, com maiores lucros esperados.
A Volcano não vende serviços a quem quer inovar: inova e investe em primeira pessoa, abre o seu processo à participação de outros e liga o seu lucro ao sucesso dos projetos e das startups que contribui para criar. Quem acredita de verdade na inovação não pode fazer de outra maneira.
Rede de empresas independentes na Europa e no mundo, sob um mesmo manifesto · coordenação jurídica e operacional a partir de Santa Cruz de Tenerife.
As fases da construção do valor.
Diagrama do percurso de desenvolvimento de um projeto Volcano
Este diagrama representa o percurso típico de desenvolvimento de um projeto, e de uma startup, na Volcano: treze fases, da captura do problema à liquidez. Os tempos são orientativos e variam conforme o projeto. Clique no diagrama para ampliá-lo e ver as sete linhas que correm sobre as fases, trecho a trecho: a maturidade técnica (TRL), a comercial (CRL) com os marcos do produto, as sete rodadas de financiamento, o custo, o valor, o múltiplo do valor e o financiamento típico. Cada trecho leva à página que o explica.
O diagrama completo, com as treze fases descritas e as linhas em uma tabela, tem sua própria página: as fases da construção do valor.
Clique no diagrama para ampliá-lo ⤢ · O ponto que percorre as fases segue a cronologia orientativa; as marcas tracejadas são as sete portas de decisão (D1–D7), que fecham as fases F1 a F7; o diagrama representa um projeto, e se a startup é nova e tem um único projeto, o projeto é a startup. Números orientativos: medianas europeias e proxies públicos, com as âncoras e suas fontes nas páginas ligadas; os múltiplos são quocientes dessas medianas, não uma promessa; as faixas de financiamento são típicas, não exclusivas.
Os números do modelo.
Até 100%dos custos de P&D cobertos por financiamento público, conforme o projeto
12% → 200%crédito fiscal sobre o aportado: do mínimo peninsular em inovação tecnológica aos casos habituais com capital privado; o valor depende do seu perfil fiscal e da estrutura do projeto: seu ponto exato, na simulação fiscal (orientativo)
4%de Imposto sobre Sociedades para a startup em regime ZEC
30 anosde trajetória dos fundadores: soluções sob medida escolhidas, em projetos concretos, frente aos grandes do setor
13 fasesdo problema à eventual liquidez, com vantagem desde o primeiro dia
61projetos próprios em carteira, cada um com sua ficha e seu estado real
Até 20×quanto uma startup sólida pode multiplicar seu valor em seus primeiros anos de mercado, para quem entra como business angel nas fases mais iniciais
4startups ativas nascidas da carteira, cada uma com sua própria ficha
Números orientativos e de mercado geral; não são uma projeção de rendimento para nenhum caso concreto.
A prova
Os resultados do nosso esforço.
Não pedimos que você acredite: comprove você mesmo. Os projetos que a Volcano tem abertos agora, e as startups que já construiu: cada coisa em seu próprio espaço, com o detalhe que merece.
O projeto é o contêiner lógico de uma fase de P&D; a startup é o contêiner jurídico que leva o resultado ao mercado e cobra por ele. Uma pesquisa e termina; a outra vende e fica. O projeto tem além disso seu próprio veículo temporário, a AIE que o financia e se liquida quando o ciclo acaba: uma sociedade que nasce para morrer, justo o contrário da startup.
Por isso a startup se cria primeiro e é o recipiente: dentro leva um problema, uma ideia de solução e um conceito, e cada vez que aparece outro problema da mesma classe nasce um projeto que se desenvolve e desemboca nela. Uma mesma startup pode acabar abrigando produtos nascidos de projetos distintos. Por isso se pode entrar a qualquer momento, e por isso entrar cedo vale mais.
Sua vez
O que você já tem, vale.
Quase tudo pode ser capital. Escolha o que você tem e verá em que se transforma: participação na startup que nasce.
Participe da Volcano: contribua para que mais projetos comecem e para que nosso impacto no mundo cresça, além de obter um retorno econômico pela sua participação.
Oito portas, um só princípio: se reduz o risco de uma venture ou lhe acrescenta valor real, é capital, tenha ou não forma de dinheiro. A teoria completa →
Quando uma startup alcança o ajuste produto-mercado e escala, os múltiplos sobre o capital das primeiras rodadas se contam em dezenas ou centenas de vezes. Aqui está o extremo baixo dessa faixa, e continua sem se parecer com nada: tudo medido em poder de compra, para que se veja também o que acontece com o dinheiro que não se move. Não é uma média: é o que acontece quando chega. A maioria não chega, e disso, e do que fazemos para que sejam menos, fala a seção seguinte.
O que resta de um euro em dez anos
Tudo em poder de compra: cada número já tem descontada a alta de preços do mesmo período (×1,35 em dez anos, índice do Federal Reserve Bank of Minneapolis, 1928-2025). Um multiplicador nunca é negativo: o dinheiro parado fica em ×0,74, que é o que resta do seu euro depois de perder 26%; o negativo é a variação. A linha marca o ×1, o que você tinha: a barra que não a alcança perdeu. As três barras centrais compõem em dez anos os rendimentos anualizados médios de 1928-2025 das séries de A. Damodaran (NYU Stern). A última é a ordem de grandeza histórica sobre o capital das primeiras rodadas quando o projeto chega ao mercado e escala, e toma o extremo baixo da faixa, que em poder de compra é ×7,4 e em termos nominais ×10. A maioria dos projetos não chega. Ordens de grandeza, não dados da Volcano nem uma projeção para nenhum caso.
Regra de ouro: à inovação se destina apenas uma parte do capital disponível.
10× → 100×os múltiplos históricos sobre o capital das primeiras rodadas quando uma startup alcança o ajuste produto-mercado e escala; no gráfico acima o mesmo ×10 aparece como ×7,4, porque ali está descontada a inflação
~2%das startups tradicionais chega a abrir capital em bolsa; o resto se reparte entre vendas, encerramentos e continuidade privada
45% → 100%dos custos de pesquisa cobertos por fundos públicos conforme o projeto (em muitos casos, cerca da metade), antes de comprometer um euro privado
6 alavancasde redução do risco, cada uma sobre uma fase distinta: o detalhe em como reduzimos o risco
Números históricos e de mercado, orientativos: não são dados da Volcano nem uma projeção para nenhum caso concreto.
Aviso. O conteúdo desta página é informativo e não constitui assessoria fiscal, jurídica nem de investimento. Os números e percentuais são orientativos: a normativa muda e esta página pode não refletir as últimas disposições legislativas. Nenhum número desta página é uma promessa nem uma garantia de rendimento para nenhum caso concreto. Os valores aplicáveis a cada caso são revistos e discutidos na videochamada.
O risco industrial que fica nós assumimos com você: a Volcano é o primeiro investidor de cada projeto.
Antes de existir um projeto
O capital Volcano para a inovação.
Três ativos acumulados ao longo dos anos, que estão por trás de cada nova venture antes mesmo de ela existir.
Patrimônio de conceitos
61 proyectos propios en cartera
Cada um com sua ficha pública, seu nível real de maturidade tecnológica (TRL) e seu estado atual: ver a carteira completa. O detalhe técnico e a avaliação orientativa de cada projeto são compartilhados após a qualificação.
Energia renovável e armazenamentoMobilidade sustentável e eletrificaçãoAgritechHealthtech e dispositivos médicosEconomia circularDigitalização industrial · IoT e IA aplicada
Rede internacional
Pesquisa e tecnologia, coordenadas a partir das Canárias
A Volcano não é uma só empresa: é uma rede de companhias independentes, cada uma com seu próprio nome e sua própria personalidade jurídica, que aderem a um mesmo manifesto e operam sob as mesmas regras. Toda a rede, fornecedores incluídos, reúne hoje uma força de trabalho de cerca de 400 pessoas. Hoje a sede confirmada é esta:
Santa Cruz de Tenerife: coordenação jurídica e operacional
Sistema financeiro
Fundos públicos, Tax Lease, regime ZEC
Uma infraestrutura própria para financiar a inovação antes que entre o capital privado. Tem três peças: os fundos públicos, que conforme o projeto cobrem até 100% dos custos de pesquisa; o Tax Lease, para quem tem uma carga fiscal a aportar; e o regime ZEC a 4%, para quando a startup chega ao mercado.
≈6,9-9,9 M€valor estimado da carteira de projetos em sua fase atual (orientativo)
0,9 M€investidos nos projetos em curso durante os últimos dois anos
2 M€valor agregado das startups ativas, entre valor de partida e capital fiscal já recebido
Quem tem uma dívida fiscal pode destiná-la à pesquisa canária. Recebe em troca duas coisas. A primeira é um crédito fiscal certo, que soma a dedução por P&D&I e as bases tributáveis negativas. A segunda é uma participação na startup que levará a tecnologia ao mercado, pela parte do aporte que o crédito não devolve. O crédito é calculado sobre o gasto qualificado do projeto, não sobre o seu aporte. Quanto vale depende do perfil fiscal do investidor e da estrutura do projeto: no perfil mais favorável chega a ≈126% do aportado se os investidores fiscais cobrem todo o orçamento, e sobe até ≈200% nos casos habituais com capital privado; em outros perfis é menor, até o mínimo peninsular de ≈12% em inovação tecnológica. Seu número você pode explorar na simulação fiscal (orientativo).
Para os operadores clássicos do Tax Lease, o instrumento é um fim: intermedeiam entre projetos alheios e investidores fiscais, e sua remuneração é um percentual sobre o custo do projeto. Para a Volcano é um meio: aplicamo-lo apenas a projetos próprios, gerimos todo o processo a preço de custo com margens mínimas, e deslocamos nossa margem para a participação na startup: ganhamos depois, e só se a startup ganhar. A comparação completa está em o Tax Lease como meio.
12% → 200%crédito fiscal sobre o aportado: do mínimo peninsular em inovação tecnológica aos casos habituais com capital privado; o valor depende do seu perfil fiscal e da estrutura do projeto: seu ponto exato, na simulação fiscal (orientativo)
4%Imposto sobre Sociedades da startup em regime ZEC
18 anosde transporte do crédito se a cota anual não basta (art. 39.1 LIS)
Aviso. O conteúdo desta seção é informativo e não constitui assessoria fiscal, jurídica nem de investimento. Os números são orientativos e dependem do perfil de cada caso; são revistos e discutidos na videochamada.
O que mais buscamos
Seu capital é potência acumulada. Dê a ele um leito.
Um vulcão não é destruição: é potência que encontra seu leito. Hoje muito capital vive sem uma saída à sua altura: impostos que simplesmente se pagam, liquidez que espera um destino. Dê a ele um leito: ajude-nos a acelerar o desenvolvimento dos projetos e obtenha um retorno financeiro que pode calcular no mapa do risco e do prêmio, sabendo que contribui para soluções de segurança hídrica, alimentar e energética.
E se você sentir que lhe falta informação para decidir? É a reação sensata, e escrevemos sobre ela: os 100% nunca chegam, e há um intervalo em que você já sabe o suficiente. Chamamos isso de a janela de decisão.
Investidor fiscal
Você tem um Imposto sobre Sociedades a pagar.
Transforme-o em um duplo retorno: dedução fiscal hoje, participação na startup amanhã. É o Método Volcano de Tax Lease tecnológico.
Entre com risco reduzido: a fase mais arriscada já está financiada pelos investidores fiscais e pelos fundos públicos, e o piso do resgate está mapeado no mapa do risco e do prêmio.
Uma qualificação breve, sem dados sensíveis. Se encaixar muito, videochamada gratuita com a equipe; se for preciso aprofundar, uma chamada com taxa reembolsável; se ainda for cedo, recursos para explorar com calma.
Pressione Esc ou "Fechar" para sair. Em tela sensível ao toque: toque em um trecho para ler sua ficha, e toque de novo para ir à sua página.
F1 · Captura do problemaUm problema entrou na rede, trazido por quem o sofre?Problema formulado por seu portador, e canal de entrada identificado: quem o sofre o conta à rede, através de um cliente, da consultoria ou de um aliado.Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.F2 · Análise do problemaComo é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo?O processo atual, decomposto nos seus passos. Se já existe uma solução, comprova-se peça por peça que é ineficaz ou ineficiente. O ponto exato da dor. Frequência, custo e disposição a pagar. Confiabilidade da fonte.Guia: Volcano · TRL: ainda nenhuma · Financiamento típico: Volcano e sócios; anjos visionários.F3 · IdeaçãoExistem vias plausíveis, e qual merece o conceito?Alternativas comparadas; escolha motivada.Guia: Volcano com a startup nascente · TRL 1–2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; FFF; anjos.F4 · ConceitoA ideia deixou de ser uma hipótese?Uma ideia é uma hipótese; o conceito é a ideia convertida em um mecanismo verificado, ainda que só teoricamente. A verificação teórica é ciência plena: a física tem os experimentos conceituais, e com eles Einstein mudou nossa visão do mundo. Evidência: o mecanismo descrito, os limites físicos e econômicos comprovados no papel, os riscos nomeados. Com o conceito formulado (TRL 2) se redige a memória técnica, e com ela o plano de negócios: o dossiê com o qual o projeto se apresenta ao financiamento.Guia: a startup com a Volcano · TRL 2 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; anjos.F5 · Prova de conceitoO mecanismo central funciona?A factibilidade tecnológica do conceito demonstrada com instrumentos reais, mecânicos, hardware e software, em condições controladas e de forma reprodutível.Guia: a startup · TRL 3–4 · Financiamento típico: Tax Lease; subvenções; anjos.F6 · ProtótipoO sistema integrado funciona em um ambiente relevante?Protótipo operando fora do laboratório.Guia: a startup · TRL 5–6 · Financiamento típico: Tax Lease; anjos; nota conversível; pre-seed.F7 · MVPO produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais?Uso real, retorno estruturado, abandono observado.Guia: a startup · TRL 7–8 · Financiamento típico: Tax Lease; nota conversível; seed.F8 · TraçãoAlguém paga, repete, e em vários clientes com um canal reconhecível?Receitas recorrentes iniciais sobre a versão mínima vendável; canal identificado; custo de aquisição medido.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Seed / Série A; revenue-based.F9 · Product-market fitRetenção e economia unitária funcionam em pequena escala?Coortes que permanecem; margem unitária positiva; crescimento orgânico observável.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A.F10 · Crescimento rentávelAo crescer, a margem unitária aguenta?O crescimento não compra receitas com prejuízo: as métricas unitárias resistem ao multiplicarem-se os clientes, e o produto é já o mínimo comercializável (MMP), pronto para o mercado amplo.Guia: a startup · CRL em ascensão · Financiamento típico: Série A/B; venture debt.F11 · RentabilidadeOs fluxos da solução cobrem a estrutura?Equilíbrio operacional alcançado: o lucro sobre a solução.Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Dívida bancária; growth.F12 · EscalaO modelo aguenta a multiplicação: operações, canais, geografias?Expansão sem ruptura de margens nem de organização. A internacionalização é um caso desta fase, não uma fase à parte.Guia: a startup · CRL alta · Financiamento típico: Growth equity; project finance.F13 · LiquidezQuem investiu pode sair?Venda, secundário ou abertura de capital, que é apenas o caso mais raro. O lucro é da empresa; a liquidez, do investidor: podem distar anos.Guia: a startup e seus sócios · TRL: concluída · Financiamento típico: M&A; secundário; mercados.Descoberta (F1–F2)O front end da inovação (Koen): capturar e analisar o problema antes do P&D formal. O Manual de Frascati o deixa fora do P&D, e os projetos que triunfam investem aqui cerca do dobro.P&D (F3–F7)O P&D formal no sentido de Frascati: da ideação ao MVP, com a TRL no comando.Mercado (F8–F11)A CRL assume o comando: tração, ajuste, crescimento rentável, rentabilidade.Escala (F12–F13)A multiplicação do modelo, até a liquidez.D1 · a porta que fecha F1Um problema entrou na rede, trazido por quem o sofre? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D2 · a porta que fecha F2Como é o processo onde vive o problema, e convém resolvê-lo? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D3 · a porta que fecha F3Existem vias plausíveis, e qual merece o conceito? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D4 · a porta que fecha F4A ideia deixou de ser uma hipótese? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue.D5 · a porta que fecha F5O mecanismo central funciona? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.D6 · a porta que fecha F6O sistema integrado funciona em um ambiente relevante? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.D7 · a porta que fecha F7O produto mínimo viável se sustenta diante de usuários reais? Com o sim, a fase seguinte chega com o risco anterior já pago; sem o sim, a fase se repete até que a evidência chegue. O que o mercado ensina pode devolver o produto para trás: é o pivô, parte do método.TRL 1Princípios básicos observados. A ciência de base existe e está publicada; ninguém construiu nada ainda.TRL 2Conceito tecnológico formulado. Descreve-se a aplicação prática possível; tudo segue no papel.TRL 3Prova experimental de conceito. Um experimento de laboratório demonstra que a função crítica é possível.TRL 4Validação em laboratório. Os componentes integrados funcionam juntos em condições controladas.TRL 5Validação em ambiente relevante. O conjunto funciona em condições que se parecem com as reais.TRL 6Demonstração em ambiente relevante. Um protótipo completo demonstra o desempenho perto do real.TRL 7Demonstração em ambiente operacional. O protótipo funciona onde o produto vai viver, com usuários e condições reais.TRL 8Sistema completo e qualificado. O produto está terminado, testado e certificado: pronto para ser produzido.TRL 9Sistema provado no ambiente real. Operação real e continuada: a tecnologia já não é o risco.CRL 1 · hipóteseHá um problema verificado e uma hipótese de quem pagaria para resolvê-lo. A captura o demonstra: o portador existe e a dor se paga todos os dias.CRL 2 · mercado identificadoA análise nomeia o mercado e a aplicação concretos. O processo decomposto e a triagem de conveniência o demonstram.CRL 3 · proposta de valorHá uma proposta de valor articulada frente às alternativas. As primeiras conversas com interlocutores reais a demonstram.CRL 4 · modelo testadoO modelo de negócio está esboçado e testado com clientes potenciais. As entrevistas e as cartas de interesse o demonstram; fumaça e concierge trazem evidência barata.CRL 5 · vendas pilotoAlguém paga pela primeira vez. As vendas piloto ou as cartas de intenção assinadas o demonstram.CRL 6 · receitasAs receitas se repetem em condições de mercado. O faturamento recorrente fora do piloto o demonstra.CRL 7 · economia unitáriaCada unidade vendida deixa margem. A economia unitária positiva em pequena escala o demonstra.CRL 8 · replicadoO modelo funciona fora do primeiro segmento. A réplica em novos segmentos ou territórios o demonstra.CRL 9 · bancávelO risco comercial é ordinário. As receitas estáveis que o banco aceita financiar o demonstram.As técnicasProva de fumaça e Concierge: evidência comercial quase sem gastar TRL.MVPO menor produto que um usuário real pode experimentar.EVP / MLPAs evoluções do MVP: encantar e fidelizar os primeiros usuários.MMPO menor produto que um cliente pode comprar; mercado aberto.Ajuste produto-mercadoRetenção e economia unitária que se sustentam: a demanda puxa sozinha.Rodada 0 · Descoberta · F1–F2Entra ao começar F1; completa-se ao completar F2, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 1 a 2 · sem TRL. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,22 M€; múltiplo entre medianas ×2 ao fechar · ×450 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Volcano e sócios; anjos visionários. As sete rodadas, na sua página.Rodada 1 · Conceito e prova · F3–F5Entra ao começar F3; completa-se ao completar F5, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 2 a 3 · TRL 1 a 4. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,53 M€; múltiplo entre medianas ×20 ao fechar · ×225 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Tax Lease; subvenções; FFF; anjos; nota conversível. As sete rodadas, na sua página.Rodada 2 · Protótipo e MVP · F6–F7Entra ao começar F6; completa-se ao completar F7, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 4 · TRL 5 a 8 · chega a PI. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,70 M€; múltiplo entre medianas ×3 ao fechar · ×11 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Tax Lease; anjos; nota conversível; pre-seed e seed. As sete rodadas, na sua página.Rodada 3 · Tração · F8Entra ao começar F8; completa-se ao completar F8, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 5 · TRL 9. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,40 M€; múltiplo entre medianas ×1,8 ao fechar · ×3,8 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Seed / Série A; revenue-based. As sete rodadas, na sua página.Rodada 4 · Encaixe e receitas · F9Entra ao começar F9; completa-se ao completar F9, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 6 a 7. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,35 M€; múltiplo entre medianas ×1,2 ao fechar · ×2 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Série A. As sete rodadas, na sua página.Rodada 5 · Réplica e rentabilidade · F10–F11Entra ao começar F10; completa-se ao completar F11, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 8. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,70 M€; múltiplo entre medianas ×1,4 ao fechar · ×1,7 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Série A/B; venture debt; dívida bancária; growth. As sete rodadas, na sua página.Rodada 6 · Escala · F12–F13Entra ao começar F12; completa-se ao completar F13, quando se atravessa a sua porta: a nota subscrita nesta rodada converte nesse momento. CRL 9. Custo a financiar na curva mediana ≈ 0,30 M€; múltiplo entre medianas ×1,2 ao fechar · ×1,2 até F13 (sobreviventes, sem diluição). Instrumentos típicos: Growth equity; project finance; M&A; secundário. As sete rodadas, na sua página.F1 · custo acumulado≈ 0,12 M€ ao fechar a captura, segundo a curva publicada. É descoberta, não P&D: o front end da inovação (Koen), que Frascati deixa fora do P&D formal.F2 · custo acumulado≈ 0,22 M€ ao fechar a análise: a descoberta completa custa pelo menos 0,2 M€ antes do P&D, e os projetos que triunfam investem aqui cerca do dobro.Custo acumulado ao fechar a TRL 1≈ 0,35 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 2≈ 0,55 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 3≈ 0,65 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 4≈ 0,75 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 5≈ 0,9 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 6≈ 1,05 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 7≈ 1,25 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 8≈ 1,45 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.Custo acumulado ao fechar a TRL 9≈ 1,85 M€ segundo a curva publicada em valor e custo (interpolação por fase); a descoberta prévia custa pelo menos 0,2 M€ e não é P&D.F9 · custo acumulado do projeto≈ 2,2 M€ ao fechar F9, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F10 · custo acumulado do projeto≈ 2,6 M€ ao fechar F10, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F11 · custo acumulado do projeto≈ 2,9 M€ ao fechar F11, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F12 · custo acumulado do projeto≈ 3,1 M€ ao fechar F12, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.F13 · custo acumulado do projeto≈ 3,2 M€ ao fechar F13, segundo a curva publicada em valor e custo. Já não é P&D: é industrialização, mercado e escala, que a curva continua contando; o fundo perdido da P&D não o cobre.Valor ao fechar F1≈ 0,1 M€ de mediana. Valor inicial com o método Berkus: a ideia, a equipe, as relações e o problema verificado valem antes das receitas; cifra provisória dentro da faixa 0,2–1 M€.Valor ao fechar F2≈ 0,2 M€ de mediana. Valor inicial com o método Berkus: a ideia, a equipe, as relações e o problema verificado valem antes das receitas; cifra provisória dentro da faixa 0,2–1 M€.Valor ao fechar F3≈ 1,5 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F4≈ 2,6 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F5≈ 4 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F6≈ 5,6 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F7≈ 12 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F8≈ 22 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F9≈ 27 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F10≈ 33 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F11≈ 38 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F12≈ 42 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Valor ao fechar F13≈ 45 M€ de mediana. Mediana europeia da curva publicada em valor e custo; a faixa do gráfico vai de ×0,45 a ×1,45, e os grandes desfechos valem muito mais (a cauda alta, no mapa do risco).Risco restante · trecho F1–F2≈ 95% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F3–F3≈ 85% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F4–F4≈ 72% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F5–F5≈ 60% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F6–F6≈ 45% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F7–F7≈ 30% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F8–F8≈ 20% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F9–F9≈ 14% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F10–F11≈ 8% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.Risco restante · trecho F12–F13≈ 5% de risco restante, orientativo: a escala desce trecho a trecho à medida que a evidência técnica e comercial se acumula. A distribuição completa (e a cauda alta do prêmio) vive no mapa do risco.O cruzamento · a janela natural do fundraisingRumo a F8, com a tração demonstrada, o valor da startup supera o risco restante: o capital institucional entra no seu terreno. As duas curvas de verdade vivem nas suas páginas: o valor em valor e custo, o risco no mapa do risco.O múltiplo do valor · como lê-loOs dois controles na linha das fases, acima, escolhem o trecho: esta linha mostra o seu múltiplo e, sob o mapa, a leitura do trecho em todas as linhas. Quocientes de medianas por fase e da sua banda (×0,45 a ×1,45), entre sobreviventes: as medianas são das startups que chegam a cada fase, e o quociente não desconta nem a diluição nem o tempo. É quanto cresce o valor de uma startup que avança, não o rendimento por euro investido, que é dado pela distribuição do venture no mapa do risco; os preços reais de entrada e saída são negociações, não medianas. O piso ×0,45 é o fundo da banda, não o pior desfecho: a perda total existe e vive na linha do risco e no mapa do risco; a cauda alta (~4% supera ×10) reserva-se à saída em F13. Faltam por construção a diluição, as preferências de liquidação e o tempo. A lição da linha: o múltiplo constrói-se atravessando fases, comprando ao preço do risco de ontem e saindo com as portas já atravessadas; permanecer dentro de uma fase é exposição pura à variância.F1–F2 · Financiamento típicoVolcano e sócios; anjos visionários. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F3 · Financiamento típicoTax Lease; subvenções; FFF; anjos. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F4–F5 · Financiamento típicoTax Lease; subvenções; anjos. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F6 · Financiamento típicoTax Lease; anjos; conversível; pre-seed. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F7 · Financiamento típicoTax Lease; conversível; seed. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F8 · Financiamento típicoSeed / Série A; revenue-based. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F9 · Financiamento típicoSérie A. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F10 · Financiamento típicoSérie A/B; venture debt. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F11 · Financiamento típicoDívida bancária; growth. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F12 · Financiamento típicoGrowth equity; project finance. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.F13 · Financiamento típicoM&A; secundário; mercados. As faixas são típicas, não exclusivas; o quadro completo, financiador por financiador, está em financiamento por fases.Fluxo de caixa · F1–F3O botão leva você à qualificação com este projeto já anotado: você não precisa explicar de onde vem.Fluxo de caixa · F4–F5Constrói-se sem receitas: a parte funda do vale da morte. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.Fluxo de caixa · F6–F7O MVP aproxima os primeiros pagamentos; a inclinação muda de sinal. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.Fluxo de caixa · F8–F13Com a tração, as receitas cobrem e superam o gasto. Linha esquemática, sem cifras: a lição é a forma, e as técnicas baratas para cruzar o vale vivem na escada CRL.O fundo do vale · rumo a F6O ponto de máxima caixa comprometida: construiu-se quase tudo e ainda ninguém paga. Cruzá-lo barato é o ofício: as técnicas da escada CRL.O ponto de equilíbrio · início de F8Com a tração (alguém paga, repete) o fluxo cruza o zero: o vale fica para trás. A cronologia e as curvas de verdade, em valor e custo.A memória técnica · com a TRL 2 demonstradaDescreve o problema, a solução e as hipóteses de desenvolvimento que serão percorridas: por isso exige o conceito tecnológico formulado (TRL 2). É o que examina a certificadora acreditada pela ENAC e o que o relatório motivado vinculante qualifica para o Tax Lease.A certificação ex ante (ENAC) · após a memóriaAntes de começar o gasto certificável, uma certificadora acreditada pela ENAC examina o projeto sobre a memória técnica: é a peça ex ante, a primeira das duas certificações independentes do modelo. As peças ex post, a cada doze meses, mais adiante nesta mesma linha.O modelo de negócio · ao completar o CRL 2, antes de construirEsboça-se ao completar o CRL 2 e entrar no CRL 3 (a proposta de valor), antes do conceito: é o que impede construir um produto que depois busca mercado. Os manuais coincidem: o KTH Innovation Readiness Level situa o primeiro rascunho do modelo (canvas) no nível 3 da sua escala de negócio (BRL 3), que caminha junto aos níveis 2–3 de cliente. A primeira versão alimenta o plano de negócio e se testa com clientes até o CRL 4.O plano de negócio · após a memória, ou com elaIntegra o plano de desenvolvimento, o modelo de negócio e a parte comercial: por isso chega depois da memória técnica, ou no mínimo junto com ela, em todo caso depois da TRL 2. Pedem-no os financiadores além do Tax Lease: editais (CDTI, EIC) e investidores.O pedido de patente · desde a prova de conceitoA propriedade intelectual se protege quando há um mecanismo a reivindicar: por norma desde a prova de conceito, antes das divulgações que as fases seguintes acarretam.Peças ex post · primeiro exercício (mês 12)O primeiro exercício certificado, sempre depois da ex ante (que chega por volta do mês 5): a certificação ex post do gasto executado e o relatório motivado vinculante do Ministério, que blinda a qualificação diante da Agência Tributária.Peças ex post · segundo exercício (mês 24)A certificação ex post e o relatório motivado do segundo exercício. O gasto do trecho final da janela, até a TRL 8, certifica-se no fechamento do seu próprio exercício; o P&D cabe dentro dos vinte e quatro meses.Peças ex post · terceiro exercício (mês 36) · já iT, não P&DPode existir um terceiro exercício, com o gasto do trecho final e as melhorias posteriores; mas com a TRL 8 superada a atividade já não qualifica como P&D e sim como inovação tecnológica (iT), com a sua dedução própria.A marca mínima · com as provas baratasAs provas de fumaça e concierge exigem um nome, uma landing e uma promessa legível: a marca mínima nasce com as técnicas baratas da CRL, muito antes do logo definitivo.A identidade visual completa · rumo ao lançamentoCom o MVP à vista, a identidade se completa: sistema visual, web, tom. Chega antes do mercado (F8), porque a tração se mede sobre uma promessa apresentável.Os materiais de venda · com o go-to-marketPitch comercial, casos, preços: os materiais que o canal repete. Nascem com a tração e se afinam com o ajuste produto-mercado.O caderno de venda · preparar a liquidezO dossiê do desfecho: para M&A ou mercados, recompõe a história técnica, comercial e societária da startup.
Leitura do trechoMeses orientativosMaturidade técnica (TRL)Maturidade comercial (CRL)Custo do projeto no trechoValor mediano da startupRisco que restaDocumentos do trechoRodadas do trechoFinanciamento típicode {a} a {b}de {a} a {b}≈ {a} M€ · acumulado ao sair ≈ {b} M€de {a} a {b} M€nenhumanenhumCom o tipo de projeto e o fundo perdido: a simulação do custo dos serviços →F1 · Captura do problema1 · hipótese95%Volcano e sócios; anjos visionáriosF2 · Análise do problema1 · hipótese95%Volcano e sócios; anjos visionáriosF3 · Ideação2 · mercado identificado85%Tax Lease; subvenções; FFF; anjosF4 · Conceito2 · mercado identificado72%Tax Lease; subvenções; anjosF5 · Prova de conceito3 · proposta de valor60%Tax Lease; subvenções; anjosF6 · Protótipo3 · proposta de valor45%Tax Lease; anjos; conversível; pre-seedF7 · MVP4 · modelo testado30%Tax Lease; conversível; seedF8 · Tração5 · vendas piloto20%Seed / Série A; revenue-basedF9 · Product-market fit7 · economia unitária14%Série AF10 · Crescimento rentável7 · economia unitária8%Série A/B; venture debtF11 · Rentabilidade8 · replicado8%Dívida bancária; growthF12 · Escala8 · replicado5%Growth equity; project financeF13 · Liquidez9 · bancável5%M&A; secundário; mercadosmemória técnicaex ante (ENAC)modelo de negócioplano de negóciospedido de patenteex post · mês 12ex post · mês 24ex post · mês 36 (iT)marca mínimaidentidade visual · webmateriais de vendacaderno de venda0 · Descoberta0 · Descoberta1 · Conceito e prova1 · Conceito e prova1 · Conceito e prova2 · Protótipo e MVP2 · Protótipo e MVP3 · Tração4 · Encaixe e receitas5 · Réplica e rentabilidade5 · Réplica e rentabilidade6 · Escala6 · Escala
você entra em F{e} · sai em F{s} →valor mediano entre sobreviventesvalor mediano entre sobreviventes · esperado por euro investido ≈ {x}; o esperado = múltiplo × probabilidade de chegar {p}% × diluição ×0,8 por rodada ({n}); sem tempo → o mapa do risco,