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VOLCANO
Índice

O instrumento · A tese

O Tax Lease: um fim para os operadores, um meio para a Volcano.

Para os operadores clássicos do Tax Lease, o instrumento é um fim: intermedeiam entre projetos alheios e investidores fiscais, e sua remuneração é um percentual sobre o custo do projeto. Para a Volcano é um meio: aplicamo-lo apenas a projetos próprios, gerimos todo o processo a preço de custo com margens mínimas, e deslocamos nossa margem para a participação na startup: ganhamos depois, e só se a startup ganhar.

5 min de leitura

A comparação

Duas maneiras de usar o mesmo instrumento.

O instrumento é idêntico e a norma é a mesma para todos. O que muda é o lugar que ele ocupa no modelo de quem o usa. Descrevemos categorias, não empresas: o mercado do Tax Lease tem operadores sérios, e esta página não discute sua seriedade, mas sua arquitetura.

Os operadores clássicos

O Tax Lease como fim.

Projetos: alheios. Intermedeiam-se projetos de terceiros.

Remuneração: um percentual sobre o custo do projeto.

Quando se ganha: com a operação, aconteça o que acontecer depois.

O que se oferece: um serviço, às startups que buscam financiamento.

O investidor privado: fora do perímetro. Negocia com a startup isolada, com mais risco a seu cargo.

A relação: termina com a operação.

Volcano

O Tax Lease como meio.

Projetos: próprios. Gerados e geridos pela Volcano.

Remuneração: gestão a preço de custo com margens mínimas. A margem se desloca para a participação na startup.

Quando se ganha: depois, e só se a startup ganhar.

O que se oferece: uma infraestrutura aberta a todos os atores da inovação, de acesso gratuito.

O investidor privado: dentro do jogo. Entra com o risco reduzido: a fase mais arriscada é financiada pelos investidores fiscais e pelos fundos de P&D.

A relação: continua na startup.

A margem

A margem não desaparece: desloca-se.

A Volcano gere todo o processo, da captura do problema ao mercado, a preço de custo e com margens mínimas. A razão é aritmética: cada euro que não fica na intermediação é um euro que trabalha na P&D, e o orçamento de inovação rende mais quanto mais inteiro chega às atividades que o justificam.

Isso não significa trabalhar de graça: significa cobrar em outro momento e em outra moeda. A Volcano obtém uma participação em cada startup, e ali vive sua margem: em um rendimento futuro possível, não em um percentual presente certo. É a mesma assimetria que propomos aos demais atores, aplicada primeiro a nós mesmos.

A concorrência

Com quem competimos, e em quê.

Com os operadores do Tax Lease competimos em um único ponto: o investidor fiscal que busca a dedução. Não competimos pelos projetos, porque não intermediamos projetos alheios. Com as startups que tratam dos nossos mesmos temas competimos como compete qualquer solução com outra em seu mercado.

E há uma parte do tabuleiro onde não encontramos ninguém: a sinergia. O operador oferece um serviço, e só às startups. A Volcano põe no mesmo projeto o investidor fiscal, que obtém sua vantagem como residente, e o investidor privado, que de outro modo teria de negociar com uma startup isolada, com mais risco a seu cargo. A todos os demais atores, quem traz um problema, uma ideia, competências ou uma rede, oferece colaborar e ganhar juntos sobre uma infraestrutura sistêmica que já percorreu o ciclo completo, do projeto ao crédito fiscal, e cujo acesso não custa nada.

Perguntas frequentes

Em quatro respostas.

A Volcano intermedeia projetos de terceiros com o Tax Lease?

Não. A Volcano aplica o Tax Lease apenas a projetos próprios. Com os operadores do instrumento compete unicamente pelo investidor fiscal que busca a dedução: não pelos projetos, porque não intermedeia projetos alheios.

Como a Volcano ganha dinheiro?

Gere todo o processo a preço de custo e com margens mínimas, para que a maior parte possível do orçamento de inovação vá para a P&D e não para a intermediação. Sua margem se desloca para a participação na startup: ganha depois, e só se a startup ganhar.

O que diferencia a Volcano de um operador de Tax Lease?

O operador oferece um serviço, às startups, e sua remuneração é um percentual sobre o custo do projeto: o Tax Lease é seu fim. A Volcano oferece uma infraestrutura aberta a todos os atores da inovação, aplica o instrumento a projetos próprios e continua na startup: o Tax Lease é seu meio.

O que o investidor privado ganha com este modelo?

Entrar na startup com o risco reduzido: a fase mais arriscada de cada projeto é financiada com o capital dos investidores fiscais e os fundos públicos de P&D, em vez de negociar com uma startup isolada que suporta esse risco inteiro. O detalhe está em como reduzimos o risco e em o modelo.

O instrumento, norma por norma, está em a página do Tax Lease; as portas de entrada, em capital; a participação do investidor privado, em investir em inovação.

We choose to go to the Moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard.
John F. Kennedy, 1962