Uma exceção declarada
Nossa via preferida é construir. Às vezes, prestamos ajuda direta.
O modelo da Volcano é investir primeiro em startups próprias. Mas dentro de casa vivem todas as competências necessárias para fundar e fazer crescer uma empresa: estratégia, comunicação, marketing, gestão de projetos, P&D. Se você prefere ficar com sua ideia ou seu problema e fazê-lo por conta própria, pode nos pedir o serviço exato que lhe falta: não o fazemos por padrão, avaliamos caso a caso, como exceção consciente ao modelo principal.
6 min de leitura
Por que existe esta porta
Porque alguns problemas não cabem em uma startup.
Alguns clientes com quem trabalhamos (grandes empresas, muitas vezes multinacionais) têm problemas reais, mas não buscam participar de uma nova empresa: querem a solução, não a aventura de construí-la do zero. Pedem-nos algo concreto e difícil de encontrar no mercado: uma fase longa de análise do problema e de ideação de soluções, com o mesmo rigor técnico que aplicamos às nossas próprias ventures.
Para esses casos, seguimos prestando esse serviço diretamente. Não muda o modelo principal da Volcano, que segue sendo investir primeiro e ganhar só se o projeto ganhar: é uma exceção consciente, porque o impacto positivo nos importa mais que a forma exata em que se consegue.
O que podemos prestar
Tudo o que é preciso para fundar uma empresa e fazê-la crescer.
As mesmas disciplinas com que fundamos e fazemos crescer nossas startups, disponíveis separadamente ou combinadas. Estas famílias são exemplos, não um catálogo fechado: cobrimos o ciclo completo de uma empresa, de sua criação ao seu desenvolvimento, e a oferta se compõe sob medida sobre sua necessidade, com o mesmo padrão que aplicamos ao que é nosso.
Estratégia
Posicionamento, modelo de negócio, plano de crescimento, decisões de estrutura.
Comunicação
Identidade, mensagens, relações com a imprensa, conteúdo que explica o difícil.
Marketing
Da análise de mercado à captação: canais, campanhas, medição.
Gestão de projetos
Direção de projetos complexos: prazos, fornecedores, execução.
P&D
Análise do problema, ideação, protótipos, industrialização: o núcleo histórico da casa.
E mais
Tributação da inovação, internacionalização, formação de equipes: peça-nos o que lhe falta.
O que isto não é
A via preferida segue sendo outra.
Esta porta não substitui o modelo da Volcano, complementa-o. Não a promovemos ativamente nem a oferecemos como negócio principal: se você tem um problema, uma ideia ou uma tecnologia em fase inicial, a via preferida segue sendo construir uma startup, com a Volcano investindo primeiro e ganhando só se você ganhar. Esta porta existe para empresas já constituídas, com estrutura e atividade próprias, que precisam da capacidade técnica da Volcano sem entrar em uma relação de capital.
A capacidade técnica
Trinta anos de trajetória, antes e agora.
A mesma equipe que constrói as startups da Volcano resolveu problemas técnicos para grandes empresas durante três décadas. Em projetos concretos, sua proposta foi a escolhida frente a concorrentes muito maiores (Accenture, Google, ESRI, entre outros): não por tamanho, mas porque era um traje sob medida para a necessidade exata do cliente. A documentação pública desses casos está em Quem somos. Os clientes a quem prestamos este serviço hoje, e o que fizemos para cada um, estão em Clientes.
A segunda porta
E depois há o caminho curto: partir do que já construímos.
Nossos projetos internos não produzem apenas protótipos: produzem know-how, e o know-how não se esgota quando termina o projeto que o gerou. Segue ali, amadurecido e documentado, pronto para voltar a ser usado.
Daí nasce a segunda porta, e é a que mais se percorre. Uma startup, já existente ou recém-nascida, nos pede para levar ao su mercado uma variante, ou apenas uma parte, de uma tecnologia que já desenvolvemos. Não construímos do zero: personalizamos sobre a base que já existe. A vantagem é econômica antes que técnica, e é a razão pela qual estas operações se fecham: fazer esse mesmo desenvolvimento partindo do nada teria custado tanto que o projeto não teria existido.
E não termina aí. Nada impede que, uma vez fechado o trabalho, a startup adquira todo o know-how e todas as variantes que desenvolvemos internamente. Não retemos o ativo como refém: se a essa empresa serve mais tê-lo do que alugá-lo, ela fica com ele.
É o que fizemos com as duas startups externas que aparecem em clientes. E é também a razão de o catálogo de projetos internos ser um ativo e não uma lista de intenções: cada um deles amadurece um conhecimento que depois pode percorrer mais de um mercado.
Como se contrata
Uma necessidade, uma oferta fechada, sua decisão.
Você nos conta o que precisa e preparamos uma oferta sob medida: preço, prazos e entregáveis, preto no branco. Você decide. A propriedade intelectual do resultado se pactua na mesma oferta, conforme o que convier ao seu caso: pode ser transferida integralmente à sua empresa, ficar na rede com uma licença de uso para você, ou uma fórmula mista.
Quanto custa
A ordem de grandeza, antes de conversar.
Antes de pedir uma oferta você pode ler de que ordem de grandeza falamos: escolhe em qual fase do caminho entra e em qual sai, o tipo de projeto e o fundo perdido que espera, e lê o custo de P&D do trecho, o que fica por sua conta e os entregáveis que ele produz. E, ao lado, as duas maneiras de pagar: como serviço, com o custo por sua conta, ou dentro da Volcano, compartilhando a sociedade e o fundo perdido.
«O que precisamos aprender a fazer, aprendemos fazendo.»
Você tem um problema que não cabe em uma startup?
Escreva para nós e avaliamos caso a caso.
Aviso. O conteúdo desta página é informativo e não constitui uma oferta pública nem um compromisso de prestação de serviço. Cada colaboração é avaliada caso a caso, após um primeiro contato.
John F. Kennedy, 1962